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Cátia Moreira Osteopatia

Estudante da ESSATLA conquista lugar de destaque no Oeiras Trail

A ESSATLA – Escola Superior de Saúde Atlântica destaca o percurso de Cátia, estudante do 2.º ano da Licenciatura em Osteopatia, que alcançou recentemente o 2.º lugar da geral e o 1.º lugar na sua categoria no Oeiras Trail, num momento marcado pela resiliência, determinação e ligação entre a formação académica e a prática desportiva.

Com um percurso profundamente ligado ao atletismo e ao trail, Cátia partilha, na primeira pessoa, a sua história no desporto, a experiência enquanto estudante da ESSATLA e a forma como a Osteopatia tem contribuído para o seu desenvolvimento pessoal e desportivo.

Veja a entrevista: AQUI

Leia a entrevista na integra: 

Podes começar por partilhar connosco o teu percurso no desporto e o papel que a prática desportiva tem tido na tua vida?

O meu percurso no desporto, aconteceu muito naturalmente, costumo dizer “que me está no sangue”. Toda a minha família, quer da parte da minha mãe, quer da parte do meu pai, praticavam atletismo e só a título de curiosidade, os meus pais conheceram-se e começaram a namorar no atletismo. A minha mãe, grávida de mim, rebentou lhe “as águas” enquanto assistia a uma prova de atletismo do meu pai, em Pina Manique. Desde muito pequena, que acompanho os meus pais em provas de atletismo, treinos, quer em estrada, quer em trail. Portanto, a prática desportiva sempre esteve presente no meu seio familiar, por isso, muito naturalmente, me tornei atleta.

Já integraste clubes de atletismo. Que impacto tiveram essas experiências no teu desenvolvimento enquanto atleta?

Sim, já fiz parte de 2 clubes de atletismo, NAZA e ZATOPEQUES (clube de trail), que foram fundamentais no meu progresso e consolidação enquanto atleta, sobretudo pela incrementação do espírito competitivo e da ambição de vencer. Fazer parte de uma equipa, fez com que passasse a ter objetivos, de vencer as minhas adversárias e de conseguir o melhor resultado possível, para honrar a minha equipa. Graças aos Zatopeques, venci trails do campeonato oficial nacional de trail.

Como tem sido a tua experiência enquanto estudante da ESSATLA e de que forma sentes que a formação em Osteopatia tem contribuído para o teu desenvolvimento pessoal e desportivo?

Diria que tem sido uma experiência nova, mas bastante gratificante e acima de tudo, muito útil. Muito útil para o controlo e melhoramento da minha performance, uma vez que os conhecimentos adquiridos enquanto estudante de osteopatia, me ajudam na compreensão da dinâmica corporal, ajuda me a perceber a origem ou causas das lesões e sobretudo a evitá las. O ambiente académico é bom, em relação a minha turma, sinto me confortável e o relacionamento com o corpo docente, tem sido extraordinário, admiro os meus professores e sinto me privilegiada, não só pelo que sabem, mas também pela maneira como nos incentivam, ajudam e uma coisa muito importante… nos ouvem!!! Portanto, ser estudante de Osteopatia na ESSATLA, tem sido uma experiência extremamente enriquecedora.

Conquistaste recentemente um excelente resultado no trail. De que forma este momento se articula com o teu percurso académico na ESSATLA e com os conhecimentos que tens vindo a adquirir?

Ainda que esteja no 2 ano da licenciatura, os conhecimentos até aqui adquiridos, tem me sido muito úteis. Esta minha vitória no trail de Oeiras, sendo a primeira atleta portuguesa no pódio, é o resultado disso mesmo. Ciente da dureza do percurso, fiz a prova com foco e determinação, atenta à minha postura, à minha passada, mas também com um “trabalho de casa” feito, treinos e alimentação.

O que te motivou a escolher Osteopatia e de que forma esta área se relaciona com a tua visão sobre o corpo humano?

Escolher osteopatia, diria que foi muito natural para mim. Sempre tive curiosidade em perceber como funcionava o corpo humano, como tudo se relacionava, ossos e músculos, os mecanismos por detrás disso… Percebi que a osteopatia encaixa perfeitamente no meu perfil, na minha visão de ver o corpo humano e a pessoa, percebi que me satisfaz o que aprendo, percebi que terei um futuro risonho, como futura osteopata, e que sempre irei dar o meu melhor, para ajudar as pessoas e honrar a Osteopatia.

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